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Cleusa Piovesan

ACADÊMICA CORRESPONDENTE
CADEIRA 57

Cleusa Piovesan. Nasceu em São João / PR, em 12/05/1967, reside em Capanema / PR. Mestra em Letras, com Licenciatura em Letras, Português/Inglês, e em Pedagogia, e Especialização em Linguagens, Códigos e Suas tecnologias; 
e em Língua e Literatura; pesquisadora das relações de gênero (feminismo e patriarcado), com publicação de alguns artigos em revistas e livros; integrante de várias instituições literárias; é autora dos livros: Não diga que a poesia está perdida; Fragmentos; O causo é bão? Aí, vareia, né! (2016); Haicaindo n’alma (2017); e organizadora de dois livros publicados com seus alunos: Nossa mágica fábrica de sonhos (2016) e Tipologias e gêneros textuais (sob o olhar do aluno) (2017), todos pela Editora JdeB; Descaminhos, publicado pela Darda Editora (2019); Um toque de magia e Literatura inspira poemas, pela Leia Livros (2020); Ecos (de)mentes, pela Editora Absurtos (2020); Olhos: nus olhos pela Editora JdeB (2021); uma coletânea para alunos da escola pública do Pará:
Verso & prosa – poesia na escola, Editora Palavra é Arte (2021); Pílulas poéticas, pela Scortecci (2022); além de participação em várias Antologias e Coletâneas (nacionais e internacionais). Autora e narradora do Podcast Pimenta Rosada, sob o pseudônimo de Fantine (Canal Arte da Vinci). Em 2022, estão em edição Entre_laçando desejos (livro de Spinas eróticos), pela Areia Dourada, e Mulheres:
singular universo, pela Leia Livros (apenas com poemas com temáticas femininas). A produção é diária e virão muito mais publicações!
“Tenho que registrar tudo o que penso, agora, porque pode chegar um tempo em que será a única maneira de saber quem eu fui. Descobri que tenho um universo paralelo dentro de minha cabeça e esse universo corre em direções opostas e divergentes, fazendo-me estar sempre na contramão do tempo, em busca de novas dimensões; por isso escrevo. Ser escritor(a) é mais do que uma profissão, é querer provocar muito mais do que encantamento, é provocar inquietações, reflexões, discussões, e para isso quanto mais de verossimilhança se impor à obra, mais atrativa ela será. Quando me releio sinto que sou outra pessoa, que visitou outros universos, que teve outros olhares, mas me reconheço nos versos que escrevi, porque eles definem quem sou e o espaço em que habito.
Escrever me dá a liberdade de ser um pássaro sem asas que voa na imaginação e recolhe migalhas de histórias (reais ou imaginárias) com a força do pensamento, para além da realidade vivida, permitindo que a força das palavras desvele quem realmente sou. Registro meu mundo e o de outrem, sem compromisso com a verdade, apenas com a alteridade. ”

(Cleusa Piovesan, por ela mesma – 05/10/22)

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