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ACADÊMICA CORRESPONDENTE  
               CADEIRA 262

Dalila M. Cruvinel 

Natural de Cassia – MG residente em São Sebastião do Paraíso há mais de 80 anos, recebendo em outubro de 2018, o título de Cidadã Paraisense por serviços prestados a comunidade, na área cultural. Colaboradora em diversos jornais e revistas, participa de coletâneas e antologias poéticas desde 1985 e também eventos culturais, como a Flipassos em Passos e FLIG em Guaxupé, ambas em Minas Gerais e Feira Nacional do Livro em Ribeirão Preto- SP. Publicou suas poesias em Litteratus: “Antologia de Poesias Celeiro de Escritores” na cidade de Santos-SP e na Câmara Brasileira de Jovens Escritores, “Panorama Literário Brasileiro” no Rio de Janeiro-RJ, “Gente Nova”, “Brasil Poético”, “Novos Tempos” em Ibiporã e Londrina no PR, onde é membro correspondente nº16 na Casa do Poeta, e “Revista Libanesa” em Belo Horizonte- MG. Em 1989, participou da “Antologia da Academia Paraisense de Cultura e em 2016 da “Antologia 30 Anos da APC”, Publicados quatro livros de poesias próprias: “Cantiga para as Rosas”, “Mediterrâneo”, “Marés” e “Versos Quebrados”, outros dois “Paralelas” e “Ciranda”, trazem como parceira a poetisa Bernadete Aparecida de Aguiar. Ingressou como membro honorário na Academia Paraisense de Cultura, APC, em 1989 e desde novembro de 2017, ocupa a cadeira nº10, desempenhando o cargo de 1ª secretária na Gestão 2016/2017. Participa da Comissão de Literatura empenhada no projeto “Conhecendo a APC” como contadora de estórias, à inúmeras crianças vindas de diversas escolas do ensino fundamental. Em 2019 a biblioteca da E.E.São José, no município de São Sebastião do Paraíso-MG, foi nominada “Poetisa Dalila M.Cruvinel”. Texto de Dalila Coração Há coisas que a gente sente e pergunta ao coração. Metade dele diz SIM a outra metade diz NÃO. Coração idealista, coração à moda antiga, coração que nunca aprende, vai sempre na dividida. Coração tão insensato que erra, briga, sai do sério. Coração incompreendido impulsivo em seu mistério. Caçador de aventuras carrega à direita a dor, à esquerda leva o prazer metamorfoses do amor. Coração fiel, amigo ajuizando a razão, pequeno e frágil abrigo no tecer da ilusão.

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